sexta-feira, 15 de abril de 2016

Entrevista com uma professora alfabetizadora

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ALUNAS: ADRIELE CALIXTO  e  LUCIANA SANTOS SOARES


ROTEIRO DE ENTREVISTA COM O PROFESSOR (A) ALFABETIZADOR (A)

1.    CONTEXTO DA ESCOLA

1.1  Você trabalha numa escola pública ou particular?  Trabalho numa escola pública

1.2 Qual é o município que você trabalha como professor (a) alfabetizador (a)  Jequié-Ba

1.3  Quais as dificuldades e problemas enfrentados e superados pela escola na qual trabalha?
São vários os problemas, de estrutura, de aprendizagem dos alunos, que é o mais grave é que sente que os alunos apresenta muita dificuldade e com pouco pré-requisito, pois os mesmos estão chegando nas séries sem condição de estar na mesma, então são vários os problemas ,trabalhando no ensino fundamental 1no ciclo e veja muitas “deficiências”, no que refere ao ciclo porque os alunos não sabem lê, já no final do ciclo no quinto ano, aluno da inclusão que não tem cuidador  que dificulta o processo de aprendizagem.  
          

Psicogênese da Língua Escrita: contribuições, equívocos e consequências para a alfabetização

                                               DISCENTE: LUCIANA SANTOS SOARES




O texto aborda sobre os processos de aquisição do conhecimento da criança trazendo que o aluno, possui em se um conhecimento prévio, adquirido através do contato direto com as relações sociais, enfatizando como o aluno perpassa o mundo da língua escrita.
  Desse modo, “As autoras neste trabalho, relatam sobre “os resultados da pesquisa, “Psicogênese da língua escrita”, de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, em seus “aspectos linguísticos, significativos à alfabetização, e demonstrar os equívocos mais comuns advindos da interpretação desvirtuada dessa teoria, bem como suas consequências”.
“Ferreiro e Teberosky, psicolinguistas argentinas, iniciaram em 1974 uma investigação, partindo da concepção de que a aquisição do conhecimento se baseia na atividade do sujeito em interação com o objeto de conhecimento”.  
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ANÁLISE DO PROCESSO ALFABÉTICO


DISCENTE: LUCIANA SANTOS SOARES
  



De acordo com as observações do que foi feito pela criança, Ana Carolina  com idade de 5 cinco anos é possível identificar que seu processo de alfabetização se encontra um pouco tardio visto que a criança não conseguiu diferenciar letras apenas copiar as mesmas e representa as coisas por imagens por representação icônica (imagens).
Trazendo Mendonça, Mendonça sobre os níveis de alfabetização aponta que,  “No nível pré-silábico, em um primeiro momento, o aprendiz pensa que pode escrever com desenhos, rabiscos, letras ou outros sinais gráficos, imaginando que a palavra assim escrita representa a coisa a que se refere”. Dessa forma que a Ana se encontra mais isso me inquietou muito por conta da idade da Ana e por ser tia da Ana chamei atenção de sua mãe para verificar o que estava acontecendo e ela disse que a professora já havia notado e estava fazendo as possíveis intervenções, mas que a Ana se processava bem nas demais atividades e que às vezes se dispersava um pouco.

Alfabetização e escolarização: a instituição do letramento escolar


DISCENTE: LUCIANA SANTOS SOARES
                         
                                                                       Fichamento

          Alfabetização e escolarização: a instituição do letramento escolar

Carmi Ferraz Santos
Márcia Cristina de Oliveira Mello

O texto nos trás duas senas do século XIX, destacando sobre a leitura, onde a primeira tem representação de uma criança em sala de aula escrevendo, porem sem atenção enquanto a segunda cena representa por uma jovem reflete o desdobramento da pessoa para com a leitura de forma a se doar a leitura. Assim a autora nos chama atenção dizendo que até meados do século XIX, as pessoas não tinham o ato de lê, uma fez que concebido a pessoas de auto padrão como o clérigo, intelectual ou funcionários de administração.
 Mas, segundo o texto, [“Com a invenção da imprensa e que se expande ainda mais com o processo de alfabetização efetivado através de uma escolarização de massa ocorrido a parte século XVIII, como uma exigência da sociedade em pleno processo de industrialização pág. 24”].  De acordo com a autora a pesquisadores que discutem o letramento questionam essa prática de alfabetização, vista como algo mecânico, uma escolarização que sérvio mais para servir a industrialização.  Onde mais adiante nos relata que o processo de alfabetização não tinha distinção do letramento, ou seja, entendia a alfabetização como letramento, sendo assim eram desprovidos do processo de alfabetizar dentro do contexto e do sentido fonológico e gráfico da palavra.

Professores Alfabetizadores: O que Dizem E o que Fazem?


DISCENTE: LUCIANA SANTOS SOARE
       


Fichamento

Professores Alfabetizadores: O que Dizem E o que Fazem

Sandra Cristina Oliveira da Silva
 Sheyla Cavalcante de Arruda
Telma Ferraz Leal

            As autoras discutem no artigo, [”os resultados de uma pesquisa que analisou as relações entre os discursos de professoras sobre suas opções metodológicas relativas ao processo de alfabetização e as práticas de ensino. Pag. 1”].  Assim essa pesquisa buscava  compreender mais sobre os processos, e os diferentes métodos educacionais utilizado pelos professores na alfabetização.   
 O desenvolvimento se deu por parte de questionário, entrevista e observação em sala de aula direcionada aos professores envolvidos. De acordo com o texto o resultado da entrevista aponta variações entre as concepções dos envolvidos de acordo com os métodos e metodologias de ensino para a alfabetização, mas que existem também semelhanças com o processo de alfabetização por meio do letramento e não do apropriar do sistema alfabético da escrita.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Psicogênese da Língua Escrita: contribuições, equívocos e consequências para a alfabetização


DISCENTE: CAROLINE ALVES


Neste trabalho, pretendemos apresentar os resultados da pesquisa “Psicogênese da língua escrita”, de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, em seus aspectos linguísticos, significativos à alfabetização, e demonstrar os equívocos mais comuns advindos da interpretação desvirtuada dessa teoria, bem como suas consequências [...]. (p. 37). 
Ferreiro e Teberosky, psicolinguistas argentinas, iniciaram em 1974 uma investigação, par­tindo da concepção de que a aquisição do conhecimento se baseia na atividade do sujeito em interação com o objeto de conhecimento e demonstraram que a criança, já antes de chegar à escola, tem ideias e faz hipóteses sobre o código escrito, descrevendo os estágios linguísticos que percorre até a aquisição da leitura e da escrita. (p. 37).
Pretendemos demonstrar que a aprendizagem da leitura, entendida como ques­tionamento a respeito da natureza, função e valor deste objeto cultural que é a escrita, inicia-se muito antes do que a escola imagina, transcorrendo por insus­peitados caminhos.  (p. 37).

Análise da lecto escrita: estudo de caso


DISCENTE: CAROLINE ALVES
A língua escrita e falada tem, ao longo da história, sido um campo riquíssimo para estudos teóricos e práticos. Muitos são os estudiosos que debruçam-se sobre os assuntos concernentes a linguagem e, outros vários já percorreram o mesmo caminho, em busca de maior conhecimento sobre essa área que é tão importante na vida humana.
Dentre as mais diversas formas de linguagem está a palavra, e seja ela escrita ou falada, permeia o mundo de tal forma que não seria exagero afirmar a sua onipresença em nossas vidas. Conhecer como acontecem os primeiros passos da criança no universo das letras, as teorias elaboradas por elas próprias para responder aos questionamentos iniciais de sua trajetória de alfabetização, e todo o processo de letramento, tornou-se fundamental para os educadores.